GOVERNADOR ANTECIPA VACINAÇÃO DOS GAÚCHOS

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O governador Eduardo Leite antecipou, nesta quarta, a aplicação da primeira dose da vacina contra Covid-19 para todos os moradores do Rio Grande do Sul que tenham 18 anos ou mais até 30 de agosto. A declaração foi feita no perfil no Twitter do chefe do Executivo gaúcho. A expectativa anterior era até 7 de setembro. A nova projeção resulta de estudos técnicos realizados pela Secretaria da Saúde (SES) e foi validada durante reunião do Gabinete de Crise na tarde desta quarta.

O anúncio foi feito no dia em que o Gabinete de Crise voltou a disparar Avisos para 17 das 21 regiões Covid do Estado. A decisão foi consequência do aumento no número de internações acumuladas na semana para cada 100 mil habitantes, identificadas pelo sistema Sivep Gripe. 

Leite ressaltou ainda a redução de internações em leitos clínicos e de UTI, com os números mais baixos em um ano. O governador frisou a necessidade de manutenção dos cuidados preventivos. “Devemos estar atentos com as novas variantes, mas estamos rumando para uma volta à normalidade com a sequência da vacinação”, comemorou.

Projeção de novas doses

Em agosto, o Rio Grande do Sul projeta receber do Ministério da Saúde 1.703.000 doses de imunizantes da Pfizer, Astrazeneca e Coronavac para primeira e segunda doses. Segundo a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Tani Ranieri, esse quantitativo é suficiente para destinar primeiras doses para toda a população de até 18 anos.

Nesta quarta, da população vacinável acima de 18 anos no Estado (8.958.689), 73,8% receberam ao menos uma dose ou a dose única da Janssen. Entre os residentes, 6.378.377 pessoas já receberam a primeira dose ou a dose única. Ainda falta vacinar 882.091 pessoas da faixa etária entre 18 e 39 anos.

Para que seja possível atingir a imunidade coletiva no Estado, Tani alerta que é necessário vacinar, no mínimo, 70% da população com as duas doses ou dose única, mas de forma homogênea entre municípios e idades. “O ideal é que o Estado atinja 90% de cobertura vacinal”, completa.

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