NOVAS DOSES DE VACINA CHEGARÃO NESTA SEGUNDA FEIRA AO ESTADO

Novo lote com 53,4 mil doses da vacina CoronaVac chega ao Estado - Portal  do Estado do Rio Grande do Sul

A chegada em solo gaúcho de novas remessas da vacinas contra a Covid-19 da AstraZeneca e da Pfizer, previstas para este domingo, foi adiada. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou, na manhã de hoje, que o montante de mais de 446,5 mil doses deve desembarcar em Porto Alegre às 8h35min desta segunda-feira. Ao todo, a carga conta com 32.760 doses da Pfizer e 413.750 doses da AstraZeneca. De acordo com a pasta, a mudança de data ocorreu devido atraso no envio por conta do Ministério da Saúde, que informou a mudança na manhã de hoje. O calendário de distribuição das doses às Coordenarias Regionais de Saúde (CRS) não foi divulgado. As vacinas da AstraZeneca devem ser destinadas para avançar na imunização de pessoas com comorbidades, enquanto a remessa da Coronavac, que chegou ontem em Porto Alegre, deve ser utilizada para completar o esquema vacinal de quem já havia tomado a primeira dose. Já as doses da Pfizer serão aplicadas na Capital.  O Rio Grande do Sul já aplicou mais de 3 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. De acordo com o monitoramento estadual, até este domingo, são 2.272.527 pessoas com a primeira dose e 952.425 pessoas com a vacinação completa – com duas aplicações. 

COVAX FACILITY CHEGARAM NESTE DOMINGO AO BRASIL

OMS deve antecipar 4 milhões de doses da vacina da Covax Facility para o  Brasil, dizem governadores - Jornal O Globo

Pousou às 4h18 deste domingo, em Guarulhos (SP), um voo com 1,73 milhão de doses de vacinas contra Covid-19 Oxford/AstraZeneca, entregues ao Brasil por meio do consórcio Covax Facility. O carregamento faz parte de um lote de 3,76 milhões de doses desse imunizante que chegam ao país hoje. O restante será enviado em um voo proveniente de Amsterdã, nos Países Baixos, que deve pousar em Guarulhos por volta das 17h. Com as 220.800 doses recebidas ontem, o total enviado pelo Covax Facility neste fim de semana ao Brasil gira em torno de 4 milhões de vacinas. As novas doses vão garantir a primeira dose no último grupo de idosos que está sendo vacinado: de 60 a 64 anos. Também servirão para iniciar a imunização de pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e indivíduos com deficiência permanente, além de continuar a campanha para forças de segurança e salvamento e Forças Armadas.

MEGA SENA ACUMULOU!

Erro 404: como um geek adivinha os números da Mega-Sena - TecMundo
Próximo sorteio será dia 5 de maio.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.367 da Mega-Sena, realizado nesta sexta-feira à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 05 – 23 – 29 – 34 – 53 – 60. O próximo concurso, na quarta-feira, deve pagar R$ 38 milhões. A quina teve 63 ganhadores e cada um receberá R$ 40.222,88. A quadra teve 4.551 acertadores e pagará o prêmio individual de R$ 795,44. O sorteio ocorreu excepcionalmente nesta sexta-feira em função do feriado de 1º de maio. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país ou pela internet, no site da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

A PANDEMIA PODE AFETAR EXPECTATIVA DE VIDA E APOSENTADORIA

A pandemia do novo coronavírus, que assola a população e a economia mundial há mais de um ano, pode trazer um gosto amargo aos regimes de previdência ao longo dos próximos anos com a redução das expectativas de vida. De acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade de Harvard, os brasileiros nascidos em 2020 têm a esperança de viver até os 74,8 anos. A idade é inferior aos 76,6 estimados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2019 e, se confirmada, representaria um recuo ao patamar de 2013. “O impacto negativo na qualidade de vida, acesso básico à saúde, educação, acesso dificultoso ao mercado de trabalho e, por consequência, a redução da expectativa da vida, fará com que a população nascida em tempos de pandemia sofra ainda mais para obter uma aposentadoria”, avalia Evelyn dos Santos Almeida, do escritório Ferrareze e Freitas Advogados. O atuário e consultor de previdência Newton Conde, por sua vez, estima que a eventual redução da expectativa de vida deve trazer pouco impacto em relação ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e aos planos de seguradoras e fundos de pensão. “A queda da expectativa de vida envolve mais previdência privada e, eventualmente, de servidores dos Estados e municípios, o que não tem um efeito muito drástico.” “Quem está se filiando à Previdência não tem mais o fator previdenciário e aqueles que já estavam inscritos têm uma forma de transição”, aponta Conde ao citar que o dado é calculado com base no Censo. “Pode ser até que o IBGE adote alguma proporcionalidade, mas não há nem dinheiro para fazer o Censo”, observa ele. Evelyn explica que, com as regras impostas pela reforma da previdência, a influência no fator previdenciário com a redução da expectativa de vida aos segurados que se encontram na regra de transição poderiam contar com um leve aumento no valor do benefício. Assim, Conde destaca que o cálculo de expectativa de vida pode alterar mais diretamente os seguros de vida e benefícios assistenciais. “Você tem mais óbitos do que acontece normalmente e esses regimes só observam o ano para calcular a quantidade de óbitos”, explica o especialista. Outro reflexo perverso da pandemia no sistema de aposentadorias pode aparecer na arrecadação do Regime da Previdência, que tende a diminuir com o aumento no número de desempregados no Brasil, que somam mais de 14 milhões. “A crise provocada pela pandemia pode dificultar a arrecadação em razão do desemprego, mas não pode ser usada como justificativa para alegação de déficit na previdência, ou ainda, de uma nova reforma”, aponta Evelyn. Para Conde, os efeitos da pandemia afetaram diretamente os empregos e a capacidade dos segurados de manter a contribuição ao INSS após perderem a colocação profissional. “O sujeito contribui ‘em dobro’ para não perder a qualidade de segurado, mas a situação muitas vezes é tão precária que não se tem dinheiro nem para comer”, avalia ele ao confirmar que já foi comprovado que a Previdência teve uma queda de arrecadação durante a pandemia.  Os gastos com a Previdência respondem pelo maior rombo nas contas do governo central, que fechou fevereiro com déficit de R$ 21,2 bilhões, dos quais R$ 18,602 bilhões correspondiam às despesas com o sistema de aposentadorias.

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