GOVERNO DO ESTADO ESTUDA POSSIBILIDADE DO RETORNO PARA A BANDEIRA VERMELHA

Bandeiras e protocolos: entenda o modelo de distanciamento controlado -  Portal do Estado do Rio Grande do Sul

A reunião do Gabinete de Crise do governo gaúcho, nesta quinta-feira, entre 9h e 12h, tem potencial para ser uma das mais complexas desde a formação do grupo. Após oito semanas consecutivas em que o Rio Grande do Sul ficou integralmente pintado de preto, há expectativa de que a cor vermelha volte a aparecer no mapa de Distanciamento Controlado, que será divulgado na sexta-feira. Os números de leitos ocupados e de contaminações dão sinais de redução, mas ainda em patamares muito altos e, agora, mais lentos. As decisões envolvendo o fechamento de atividades e medidas mais restritivas, impostas pelas bandeiras pretas, definitivamente, são difíceis. Mas a definição por flexibilizações permitidas na bandeira vermelha, que em função da cogestão permite a prefeitos adotarem regras ainda mais brandas, da bandeira laranja, são, sem dúvida, mais arriscadas e complexas. E está será uma das principais pautas do Gabinete de Crise. Como recuar para a bandeira vermelha em algumas regiões sem passar a mensagem de que a pandemia não representa mais uma grave ameaça? O estabelecimento de travas e regras mais rígidas do que as permitidas na classificação vermelha, que pode evoluir para a laranja, é a fórmula que o governo busca para manter a situação sob certo controle. No encontro, o prefeito Sebastião Melo (MDB), que preside a Granpal, levará solicitação para a classificação vermelha para os municípios da região Metropolitana. Melo foi convidado recentemente para integrar o Gabinete de Crise, representando a Granpal. Na reunião desta quinta-feira, o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Luiz Carlos Busato, levará o pedido para que a Famurs também tenha assento no grupo. 

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO PARTICIPA DA CÚPULA DO CLIMA

ECA: Bolsonaro veta projeto que altera Estatuto da Criança

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participa nessa quinta-feira (22) da primeira sessão da Cúpula de Líderes sobre o Clima, organizado pelo presidente norte-americano, Joe Biden. O encontro marcado para às 9h (horário de Brasília). No discurso, o chefe do executivo vai reafirmar os compromissos assumidos em carta enviada a Biden, em especial, o fim do desmatamento ilegal na Amazônia até 2030. O evento mundial vai marcar o retorno dos Estados Unidos à primeira linha do combate às mudanças climáticas, depois de o governo de Donald Trump abandonar o Acordo de Paris sobre o clima. Será também o primeiro encontro de Bolsonaro com Biden. A reunião acontece em meio a pressões internas e externas sobre a política ambiental brasileira e protestos contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na internet. ONGs e artistas pedem que os EUA não repassem recursos ao Brasil se o país não se comprometer com a questão climática. No discurso, no entanto, é esperado que o governo brasileiro endosse a visão de Salles, que diz esperar pagamentos antecipados de US$ 1 bilhão para que o Brasil se comprometa a reduzir entre 30% e 40% o desmatamento na Amazônia nos próximos doze meses. Biden e a vice-presidente Kamala Harris, abrirão a sessão inaugural da Cúpula. Os líderes norte-americanos enfatizarão a necessidade urgente de as principais economias do mundo “fortalecerem sua ambição climática até a COP 26 para manter a meta de limitar o aquecimento a 1,5 graus Celsius”. Na sequência, será a oportunidade para os demais líderes destacarem os desafios relacionados ao clima que seus países enfrentam e os esforços na área e o anúncio de novas ações. Participam da reunião 40 mandatários, como Xi Jinping (China), Emmanuel Macron (França), Angela Merkel (Alemanha), Boris Johnson (Reino Unido) e Vladimir Putin (Rússia), entre outros. Carta a Biden — Em carta enviada ao presidente dos Estados Unidos no último dia 15, Bolsonaro admitiu a alta de desmatamento na Amazônia e prometeu eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030.  “Salientar essas medidas e resultados não é, para meu governo, um expediente superficial para escusarmo-nos de fazer mais e melhor. A ação do Estado e da sociedade precisam aperfeiçoar-se. Reconheço, por exemplo, que temos diante de nós um desafio de monta, com o aumento das taxas de desmatamento na Amazônia, que se vem verificando desde 2012”, afirmou Bolsonaro. “Queremos reafirmar nesse ato, em inequívoco apoio aos esforços empreendidos por V. Excelência, o nosso compromisso em eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030”, acrescentou. O desmatamento na floresta amazônica brasileira atingiu um pico de 12 anos em 2020, mostraram dados oficiais do governo divulgados pelo Prodes, sistema de cobertura de satélite que dá a estimativa oficial de desmatamento do país.

BIDEM AFIRMA QUE EUA REDUZIRÁ EFEITO ESTUFA ATÉ EM 50%

O presidente americano anunciará que a maior economia do mundo reduzirá as emissões de gases do efeito estufa entre 50% e 52% até 2030, na comparação com os níveis 2005, afirmaram fontes da Casa Branca. Sob o Acordo de Paris, o tratado internacional sobre o clima de 2015, o ex-presidente Barack Obama anunciou que o país reduziria as emissões entre 26% e 28% até 2025, um objetivo que Biden, que era vice-presidente na época da assinatura do pacto, praticamente dobra agora. A nova meta americana busca “desafiar o mundo a uma ambição maior na luta contra a mudança climática”, disse uma fonte do governo Biden, que pediu anonimato. O Acordo de Paris pretende limitar o aquecimento global a 2ºC acima dos níveis pré-industriais e, se possível, a + 1,5°C, o nível que os cientistas consideram necessário para evitar os efeitos mais severos das mudanças climáticas. Esse horizonte é impossível de alcançar com os compromissos nacionais atuais, mas o governo de Biden é otimista.

RS TEM TENDÊNCIA DE QUEDA NOS CASOS DE INFECÇÃO E INTERNAÇÕES POR COVID 19

O mês de março foi o mais complicado da pandemia no Rio Grande do Sul. Tanto do ponto de vista da letalidade e da disseminação do coronavírus, quanto da capacidade do sistema hospitalar. A maioria das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Estado operava com lotação acima de 100% no mês passado. Porém, de acordo com o epidemiologista e gerente de risco do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e professor de Epidemiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Ricardo Kuchenbecker, há tendência de queda dos casos de infecção no Estado desde o final de março e início de abril, assim como há redução, em relação a leitos de internação e leitos de terapia intensiva, nas últimas três semanas. “Por ora, é possível dizer que há tendência de queda em função das sucessivas bandeiras pretas praticadas ao longo das últimas cinco semanas, mas esta estabilização ainda ocorre em patamar muito elevado seja de casos novos, de internações, de uso de leitos críticos e óbitos”, destacou.  Conforme Kuchenbecker, há uma redução, mas ainda em vigência de patamar muito elevado, o que pode gerar novas elevações em poucos dias. “Isto significa sim risco de novas ondas, sobretudo de considerarmos o papel das infecções pela variante P1, que gera mais infecções e infecções com maior quantidade de vírus para cada infecção, provável razão do aumento exponencial de internações em enfermarias e em leitos de UTI desde fevereiro”, explicou.  Ocupação nesta quarta  —- No Rio Grande do Sul, a taxa de ocupação das UTIs era de 86,8% na tarde desta quarta-feira. Dos 3.383 leitos disponíveis, 2.933 estavam ocupados. O número de internações relacionadas à Covid-19 representavam 77,63% do total. Deste total, 1.956 pacientes tinham diagnóstico positivo da Covid-19 e outros 108 aguardavam os resultados dos exames para confirmar ou não a presença da doença. Dessa forma, as internações relacionadas ao novo coronavírus representavam 74,22% do total de pacientes em UTIs em todo o território gaúcho.

PODER PÚBLICO OFERECE AUXÍLIO AOS PRODUTORES RURAIS

A Prefeitura de Veranópolis, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, realiza através de seus programas incentivos aos produtores rurais veranenses. Neste ano de 2021, o trabalho e o desenvolvimento do setor agrícola e pecuário no município continuou. Confiram os subsídios realizados nos primeiros 100 dias do ano, pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente: Já contribuiu com o subsídio de mais de 1.000 horas de máquinas aos produtores rurais. Cada unidade familiar, portadora de talão de produtor, tem o direito a utilizar 10 horas de máquinas, seja retroescavadeira, escavadeira hidráulica e/ou trator de esteira, onde o Poder Executivo oferece o subsídio de 60% do valor. Para a auxiliar na manutenção de estradas dentro das propriedades, a Secretaria Municipal já subsidiou 105 cargas de Brita nº 02 e mais, 26 cargas de pedrisco. E também foi realizado, nesse período, auxílio aos produtores de leite, com subsídio em 828 doses de sêmen. Incentivar o desenvolvimento agrícola e pecuário na área rural do município, é um dos compromissos e preocupações da Administração Pública de Veranópolis.

PESSOAS DE 61 E 62 ANOS TERÃO VACINAÇÃO HOJE EM VERANÓPOLIS

Vacina contra a covid-19 para longevos de 61 e 62 anos segue sendo realizada nesta quinta-feira. A Secretaria Municipal da Saúde informa que continua a campanha de vacinação contra Covid-19 em Veranópolis. Hoje, quinta-feira, dia 22 de abril, estará disponível a primeira dose da vacina para os idosos de 61 e 62 anos, e possíveis longevos com mais de 63 anos que ainda não se vacinaram. A vacina que está sendo aplicada para esses idosos é a AstraZeneca/Oxford do laboratório da Fiocruz. Os longevos deverão se dirigir ao seu Posto de Saúde de referência para receber as vacinas, na quinta-feira, no horário das 8h às 16h (sem fechar ao meio dia). Para a vacinação é necessário apresentar os seguintes documentos: · Carteira de Vacinação; · Documento de identificação e CPF; · Cartão do SUS.

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