HOJE – DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Nos tempos atuais o mérito da mulher perante a sociedade é crescente e próspero, após séculos de lutas as mulheres ganham cada vez mais destaque, espaço na sociedade, cargos importantes, lideranças politicas, poder e respeito, quebrando a visão meras donas de casas e de submissão. A mulher sempre teve múltiplos papéis, sempre realizou varias funções ao mesmo tempo, porém em realidades bem distintas dos tempos atuais, a busca e conquista da igualdade de direitos, políticos, jurídicos e econômicos, são importantíssimos, a mulher tem que ser vista como ser independente, competente, lideres, protagonista da vida própria, é preciso acabar com a disparidade de gênero. O propósito data de hoje deve ser celebrado todos os dias, é uma luta diária e constante, atos como conquista de direitos, discriminações, violências morais, físicas e sexuais, o fim da discriminação, reconhecimento do papel da mulher na sociedade e a participação plena e igualitária das mulheres, são assuntos que devem ser discutidos e tratados todos os dias.

DENÚNCIA DE VIOLAÇÃO AOS DE DIREITOS HUMANOS CRESCE NO PAÍS

Saiba como denunciar violações de direitos humanos pelo Disque 100 e Ligue  180 - Click Guarulhos

Os canais de denúncia de violações de direitos humanos do governo federal receberam 105.821 denúncias de violência contra a mulher ao longo do ano de 2020, o equivalente a 290 casos por dia. Os casos foram relatados por meio do Ligue 180 e do Disque 100, que funcionam durante 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. O balanço foi divulgado neste domingo, pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em uma divulgação conjunta dos dois serviços. Do total de registros, informou a pasta, 72% (75.994) eram referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher. “De acordo com a Lei Maria da Penha, esse tipo de violência é caracterizado pela ação ou omissão que causem morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher. Ainda estão na lista danos morais ou patrimoniais a mulheres”, detalhou o ministério. Outros 28% dos relatos eram referentes à violação de direitos civis e políticos, como condição análoga à escravidão, tráfico de pessoas e cárcere privado. “Também estão relacionadas à liberdade de religião e crença e o acesso a direitos sociais como saúde, educação, cultura e segurança”, acrescentou a pasta. “Os nossos canais funcionam e estão cada vez mais preparados para receber denúncias de mulheres vítimas de violência. Denunciem. Esse ministério está aqui para acolher, para ajudar”, afirmou em nota divulgada à imprensa a ministra Damares Alves. O ministério comandado por ela informou que as denúncias de violências contra a mulher representam cerca de 30% de todas as denúncias realizadas no Disque 100 e no Ligue 180 em 2020. Os canais recebem denúncias de violações a diversos grupos vulneráveis, como crianças e adolescente, pessoas idosas e com deficiência, informou a pasta. Perfil das vítimas — De acordo com os dados divulgados, a maioria das denúncias tem como vítimas mulheres de cor parda e de 35 a 39 anos. “O perfil médio das mulheres que sofrem violência de acordo com os registros dos canais de denúncias ainda aponta que elas possuem principalmente ensino médio completo e com renda até um salário mínimo. Já em relação aos suspeitos denunciados, o perfil mais comum é de homens brancos com idade entre 35 e 39 anos”, apontou o relatório. Os números de 2020 não podem ser comparados ao de 2019 em razão da criação de um banco de dados único de violações de direitos humanos, o que aconteceu em dezembro de 2019. “Trata-se de uma nova série histórica que segue critérios técnicos para retratar de forma clara os dados de violações de direitos humanos e permitir a análise das informações com maior qualidade. Isso é essencial para a construção de políticas públicas mais eficientes e direcionadas”, explicou em nota o ouvidor nacional de direitos humanos, Fernando Ferreira. O Disque 100 e o Ligue 180 são serviços gratuitos para denúncias de violações.

OPERAÇÃO NACIONAL VISA COMBATER CRIMES DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

SINPOL-MS Mulheres policiais conquistam aposentadoria especial

A Polícia Civil participa do mutirão da operação nacional Resguardo que visa combater os crimes de violência doméstica no país nesta segunda-feira, Dia Internacional da Mulher. Estão sendo cumpridas medidas cautelares, medidas protetivas e mandados judiciais em vários municípios gaúchos. A operação Resguardo começou no dia 1º de janeiro deste ano. Desde então, a Polícia Civil já apurou mais de 615 denúncias, que culminaram com a instauração de cerca 6,6 mil inquéritos policiais, 93 mandados de prisão e 244 cumprimentos de mandados judiciais. No período, houve o atendimento de mais de 51.166 mulheres vítimas de violência e realizada a prisão de 180 agressores em todo o Rio Grande do Sul. A coordenação nacional da mobilização é do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Operações Integradas. A operação Resguardo tem a participação das forças policiais civis estaduais.

AUMENTA O NÚMERO DE MULHERES INVESTIDORAS NO MERCADO DE CAPITAIS

Número de investidoras na bolsa ultrapassou os 500 mil pela 1ª vez | Blog -  Naiara com Elas | Valor Investe

As mulheres ainda não são maioria nos investimentos na Bolsa de Valores brasileira, mas estão aumentando a sua participação a cada ano, saltando de 179.392 em 2018 para 809.533 em 2020. Atualmente, elas respondem por 26% dos investidores, mas o número promete aumentar. “Eu acredito que a mulher precisa ter uma referência para ingressar em um mercado ou fazer alguma atividade. Quanto mais mulheres falarem sobre investimentos e trabalharem na área, mais incentivo darão para outras investirem também”, avalia Betina Roxa, estrategista-chefe da Rico Investimentos. Para a especialista, a estimativa é de a representatividade feminina cresça em todos os tipos de investimentos. “Mesmo com uma pesquisa mostrando que mais da metade das mulheres acredita que os parceiros entendem mais de finanças do que elas, sou otimista em dizer que as mulheres vão cada vez mais tomar espaços que ainda são majoritariamente masculinos”, conta. Nesta segunda-feira, “Dia Internacional da Mulher”, conheça mulheres que começaram a investir em ações em um período nebuloso – ano passado, quando a Bolsa de Valores registrou queda em vários momentos por causa da pandemia do novo coronavírus – e se mantiveram firmes no mercado antes inexplorado.

TEM MAIS MULHERES QUE OCUPAM ALTOS POSTOS

A presença feminina em cargos de liderança cresceu. É o que revela uma pesquisa da consultoria PageGroup, especializada em recrutamento e seleção de executivos para alta direção. Conforme o estudo, a figura delas nesses postos saltou de 30% em 2019 para 37% no ano passado. De acordo com os pesquisadores, a maior participação das mulheres em assentos de posições estratégicas, o chamado “C-Level”, é reflexo de um crescente aumento da participação feminina em processos seletivos: foi de 50% para 70% de 2019 para 2020. “Quando conversamos com as empresas é notório, na maioria dos casos, pedidos para incluirmos mais mulheres na lista de candidatos finalistas a uma vaga. Claro que isto só é levado adiante se essas candidatas tiverem o perfil da posição aberta”, diz a diretora da Page Executive, braço da consultoria, Fernanda Amorim. “Esse aumento expressivo da presença de mulheres em cargos de liderança mostra que o mercado está cada vez mais engajado em deixar essa balança mais equilibrada”, completa. Para chegar a esses dados, a empresa entrevistou cerca de dois mil executivos no ano passado em seus processos de seleção, todos candidatos a cargos de direção, presidência e conselho. Eles atuam em empresas de pequeno, médio e grande porte em todo o Brasil e de diversos setores. Áreas de atuação — A consultoria também procurou identificar quais segmentos em que há maior participação de mulheres. Foi detectado que os setores de Varejo, Farmacêutica, Cosméticos e de Bens de Consumo contam com mais mulheres em cargos de alta direção. Já os segmentos Agro e Indústrias de Base e de Bens de Capital ainda não contam com expressiva atuação feminina. Quanto às áreas, há maior presença de mulheres em RH, Marketing e Comercial, com participação feminina menos intensa, aparecem Operações e Financeira.

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