DECLARADA A MORTE DA OPERAÇÃO LAVA JATO

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O Ministério Público Federal no Paraná anunciou que a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba deixou de existir a partir de 1.º de fevereiro deste ano. Quatro de seus integrantes passarão a integrar o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com mandatos até agosto de 2022, para garantir a continuidade das investigações em curso. Os casos que faziam parte do acervo da Lava Jato serão conduzidos por procuradores alocados no Gaeco, sem dedicação exclusiva. A medida atende a uma portaria assinada em dezembro de 2020 pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A extinção do modelo de forças-tarefa é proposta pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, desde que ele foi alçado ao cargo, em setembro de 2019. Crítico da Lava Jato, Aras já declarou que iria impor uma “correção de rumos” nas forças-tarefa do Ministério Público, com a adoção de um novo modelo de investigação sem métodos “personalistas” nem “caixas-pretas”. Integrantes do MPF de diferentes alas avaliam que os movimentos de Aras expõem suas intenções de concentrar poder na cúpula da PGR, em uma ameaça à independência funcional dos procuradores. A principal ofensiva de Aras sobre o modelo das forças-tarefa se deu em junho do ano passado, quando ele enviou a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, chefe dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, a Curitiba para colher dados da operação. Os procuradores da força-tarefa paranaense reagiram e, em nota enviada à PGR e à Corregedoria do órgão, manifestaram “estranhamento” pela “busca informal” de dados das investigações em curso. Legado da lava jato – Desde março de 2014, a Lava Jato apresentou 130 denúncias que resultaram em 278 condenações, entre políticos – como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral – e grandes empresários, como Marcelo Odebrecht. Nos últimos anos, no entanto, a operação perdeu força e seus principais protagonistas deixaram a condução dos trabalhos. Em setembro de 2018 o então juiz responsável pelos casos em primeira instância, Sérgio Moro, se aposentou para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública a convite do então presidente eleito Jair Bolsonaro. Em setembro de 2020, o procurador Deltan Dallagnol deixou a coordenação da Lava Jato de Curitiba alegando motivos pessoais. “O legado da força-tarefa Lava Jato é inegável e louvável considerando os avanços que tivemos em discutir temas tão importantes e caros à sociedade brasileira”, afirmou em nota o procurador Alessandro José de Oliveira. Ele assumiu a direção da força-tarefa em setembro seguirá como coordenador do núcleo da Lava Jato no Gaeco.

CRUZ VERMELHA COBRA VACINAÇÃO PARA OS PAÍSES POBRES

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A Cruz Vermelha, alarmada com a falta de acesso dos países pobres às vacinas anticovid, anunciou nesta quinta-feira um plano de 100 milhões de francos suíços (110 milhões de dólares) para ajudar a imunizar 500 milhões de pessoas vulneráveis. De acordo com uma análise da Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICR), quase 70% das doses administradas até agora aconteceram nos 50 países mais riscos do mundo. Apenas 0,1% das doses foram administradas nos 50 países mais pobres. “É alarmante porque é injusto e porque poderia prolongar, inclusive agravar, esta pandemia terrível”, afirmou o secretário-geral da FICR, Jagan Chapagain. “Sem uma distribuição equitativa, mesmo aqueles que estão vacinados não estarão seguros”, completou. A FICR alerta que, se grandes regiões do planeta não tiverem acesso à vacinação, o vírus continuará circulando e sofrendo mutações, situação que pode levar ao desenvolvimento de novas cepas insensíveis às vacinas. O plano da Federação Internacional não consistirá em comprar vacinas, e sim em apoiar os esforços nacionais de imunização ema diversas áreas. Em muitos países, os profissionais capacitado serão responsáveis pela distribuição física das vacina aos grupos vulneráveis e de risco. O plano inclui ainda o combate à desinformação.

ESTADO TEM VERBA EXTRA PARA COMPRA DE VACINAS

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Entre os projetos considerados prioritários pelo governo do Estado para discussão na Assembleia Legislativa está o que prevê a possibilidade de remanejo de recursos para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. A medida integra o projeto que trata da atualização da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021.  A proposta não define detalhes e nem projeta valores, uma vez que depende da necessidade efetiva. A previsão de recursos foi ponto acertado entre o governador e a bancada do PT, no final do ano passado, para conseguir apoio na votação da manutenção da majoração da alíquota do ICMS.  Além disso, o novo projeto também prevê uma meta atualizada de resultado primário para 2021, que passa a ser um superávit de R$ 190 milhões, ao invés do déficit primário de R$ 3,9 bilhões previsto na lei atual. Entre os ajustes técnicos, está a redução do déficit das contas públicas, que passou de R$ 8,1 bilhões para R$ 3,6 bilhões.  O projeto integra as sete propostas apresentadas pelo governador do Estado Eduardo Leite (PSDB) para o início de 2021. Do conjunto, quatro são novas e três são do ano anterior. Todas receberão regime de urgência. 

AVIÃO COM INSUMOS PARA VACINA CHEGA AO BRASIL

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A aeronave trazendo uma nova remessa de insumos para produção da Coronavac da China aterrissou por volta das 23h46 desta quarta-feira (3) no aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. O Boeing 777 da LATAM saiu por volta das 21h30 desta terça-feira (2) de Pequim, na China, trazendo 5,4 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) da fábrica da biofarmacêutica Sinovac Life Sciences que permitirá a produção de mais 8,6 milhões de doses do imunizante pelo Instituto Butantan. A expectativa é que as vacinas comecem a ser entregues ao governo federal no dia 25. Para o dia 10 está prevista a chegada de outros 5,6 mil litros de insumos, para produzir mais 8,7 milhões de doses. Com essas duas cargas, o Butantan estima que a produção chegue a 600 mil doses diárias entre os dias 25 de fevereiro e 15 de março. As doses previstas para produção com os insumos que chegam nos dias 3 e 10 deste mês somam, portanto, 17,3 milhões, que serão entregues em março. Junto às 10,1 milhões de doses já em circulação, somam 27,4 milhões as doses de CoronaVac, entre produzidas e a produzir.

DESDOBRAMENTO DA VACINAÇÃO EM VERANÓPOLIS

A Secretaria da Saúde de Veranópolis recebeu na terça-feira, dia 02 de fevereiro mais uma remessa de 380 vacinas contra a Covid-19. Todas destinadas ainda para os profissionais da saúde do município. Grande parte das vacinas recebidas nesta semana, serão destinadas para realizar a segunda dose de imunização aos 330 profissionais da saúde e idosos das casas de acolhimento (Lar São Francisco e Clínica Longevo) que foram os primeiros grupos a serem vacinados e as outras 50 doses, serão destinadas a novos profissionais do setor. É importante reforçar que as vacinas ainda estão sendo destinadas, somente, para as pessoas que trabalham na área da saúde. Não foram recebidas doses do imunizante para realização em outros grupos, como por exemplo: idosos acamados. Assim que novos lotes de vacinas forem sendo recebidos e os grupos a serem vacinados forem definidos pelo Ministério da Saúde, será realizada uma ampla comunicação para manter a comunidade informada sobre essa Campanha de Vacinação contra a Covid-19 em Veranópolis.
Solicita-se que os idosos não se desloquem até os Postos de Saúde neste momento, pois não existem vacinas para serem aplicadas neste grupo. E aos profissionais médicos e odontólogos, bem como seus auxiliares e secretários que ainda não fizeram a vacina para COVID-19 ou não foram contatados pela Secretaria da Saúde de Veranópolis, devem por favor, entrar em contato para agendar a imunização através do email: covid@veranopolis.rs.gov.br

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