A Mega-Sena pagará R$ 40 milhões aos acertadores do concurso 2292, a ser realizado neste sábado (22). Segundo a Caixa Econômica Federal, as seis dezenas serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

A 13 REGIÕES TEM BANDEIRA VERMELHA

O governo do Rio Grande do Sul classificou, nesta sexta-feira, 13 das 21 regiões na bandeira vermelha no mapa preliminar da 16ª rodada do Distanciamento Controlado.  As áreas que, segundo o governo estadual, apresentaram piora nessa semana e representam alto risco para contaminação para o novo coronavírus foram Lajeado e Santa Cruz do Sul, que se somam às regiões de Taquara, Novo Hamburgo, Canoas, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Santo Ângelo, Santa Rosa, Capão da Canoa, Guaíba, Porto Alegre e Pelotas, que se mantiveram com a bandeira vermelha nesta rodada.  As regiões de Erechim, Caxias do Sul, Santa Maria, Bagé e Cachoeira do Sul permanecem com a bandeira laranja, o que representa risco médio para o contágio para o novo coronavírus. Cruz Alta, Ijuí e Uruguaiana passaram, nesta rodada, da bandeira vermelha para a laranja. No total, são oito áreas com esta classificação. Mais uma vez não houve área alguma classificada como bandeira amarela, de baixo risco de transmissão. No entanto, o número de áreas na bandeira vermelha é inferior ao da semana passada. Nesta sexta-feira, o Rio Grande do Sul se aproximou das 3 mil mortes pelo coronavírus. De acordo com o no boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o sistema de monitoramento registrou 45 novos óbitos nas últimas 24 horas, totalizando 2.993 mortes desde o início da pandemia, e o Estado tem 104.335 infectados. 

PREÇO DA GASOLINA AUMENTOU

Os motoristas brasileiros que pararam o carro para abastecer nesta semana amargaram a 13ª alta consecutiva no preço médio cobrado pelo litro da gasolina nos postos. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor já retomou o patamar do início da pandemia do novo coronavírus. Com a variação de 0,79%, o preço médio desembolsado por cada litro da gasolina em território nacional passou a ser de R$ 4,268. Trata-se do maior patamar desde a última semana do mês de março, quando o litro do combustível era comercializado por cerca de R$ 4,298 no Brasil. No período de 13 valorizações seguidas, iniciado ao final do mês de maio, o preço médio cobrado pega gasolina nos postos acumula alta de 12,2%. Ainda assim, o valor aparece 6,36% abaixo daquele cobrado na última semana de 2019 (R$ 4,558). Em termos práticos, significa dizer que o proprietário de um carro equipado com um tanque de 50 litros paga, atualmente, cerca de R$ 213,4 para encher o tanque do veículo com gasolina. O preço é R$ 21,65 superior ao desembolsado há três meses. O movimento de alta é uma consequência dos recentes reajustes no valor da gasolina nas refinarias da Petrobras, empresa que domina o mercado de refino no Brasil. Nos últimos dias, foi comunicado um aumento de 6% no valor do combustível, com possível impacto de R$ 0,0732 por litro nos postos. A política de preços da Petrobras guia-se por fatores como o mercado internacional de petróleo e a cotação do dólar. O repasse dos reajustes nas refinarias aos motoristas não é imediato e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

PRESIDENTE PROMETE AUXÍLIO EMERGENCIAL ATÉ DEZEMBRO

Em visita ao Rio Grande do Norte, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer, na tarde desta sexta-feira (21) que o auxílio emergencial será prorrogado até dezembro deste ano, mas ressaltou que o benefício não pode ser definitivo. Bolsonaro discursou durante cerimônia na cidade de Ipanguaçu (RN). Como já fez anteriormente, ele deixou claro que as novas parcelas ainda não possuem valores definidos. Esta semana, Bolsonaro sinalizou que o valor deve ser um meio termo entre os R$ 200 defendidos pela equipe econômica e os atuais R$ 600 destinados a trabalhadores informais durante a pandemia do novo coronavírus. Hoje, ele ressaltou que a população precisa começar a ter consciência de que, mesmo prorrogado, o benefício não será eterno. “O auxílio emergencial foi bem vindo, mas ele custa R$ 50 bilhões por ano. Infelizmente, ele não pode ser definitivo, mas vamos continuar com ele, mesmo que com valores diferentes, até que a economia realmente possa pegar no nosso País”, disse Bolsonaro no evento. “Vai até dezembro, só não sei qual vai ser o valor”, acrescentou. Mais uma vez, Bolsonaro fez acenos ao Congresso, ao mencionar a relevância que os parlamentares tiveram para o governo na votação na Câmara que manteve veto presidencial ao reajuste de servidores públicos até 2021.”Logicamente, o Legislativo não é um corpo único, ali têm as várias correntes. Mas, entre as várias correntes, a maioria dela passou a marchar ao nosso lado”, disse Bolsonaro. Em seguida, ele ressaltou que os congressistas foram “muito valorosos” ao trabalhar pela manutenção do veto que, na visão dele, iria “complicar o Brasil na questão econômica”. O presidente chamou os votos favoráveis ao governo de “corajosos”

AUMENTA O EMPREGO NO RGS

Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério da Economia, mostram que o Rio Grande do Sul teve mais admissões do que desligamentos no mês de julho. No acumulado do ano, no entanto, o Estado tem saldo negativo de 95.036, o quarto pior desempenho, atrás apenas de São Paulo (saldo negativo de 349.706), Rio de Janeiro (saldo negativo de 193.925) e Minas Gerais (saldo negativo de 102.243). O levantamento mostra que tanto o Rio Grande do Sul quanto o Brasil estão iniciando a recuperação dos efeitos da pandemia de coronavírus no mercado de trabalho. com a atuação do país. Durante período, houve saldo positivo de 1.251 empregos, com 59.105 admissões e 57.854 demissões. Após quatro meses de saldo negativo na geração de empregos, o Brasil ganhou fôlego durante o mês de julho. Conforme o governo, o desempenho nacional teve um saldo positivo de 131.010 novos postos de trabalho formal no mês, resultado de 1.043.650 admissões e 912.640 desligamentos no período.

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