Senado vota hoje as fake news

O Senado deve votar nesta quinta-feira (25) o projeto de lei que aborda a  criminalização da disseminação pela internet das fake news (notícias falsas). O objetivo é criar mecanismos de transparência para redes sociais e aplicativos de mensagens para desestimular a manipulação de informações que possa provocar danos individuais ou coletivos. O projeto cria regras para que aplicativos e redes sociais coíbam contas falsas e conteúdo automatizado, além da necessidade de identificação de conteúdo pago. O projeto é do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O relator é o senador Angelo Coronel (PSD-BA), que protocolou nesta quarta-feira (24) o substitutivo que será levado à votação. 

Agora mudaram as regras do CTB

Deputados alteraram o texto do projeto sobre o Código de Trânsito e ampliaram de cinco para 10 anos a validade da Carteira Nacional de Habilitação para motoristas profissionais, com idade inferior a 50 anos. A Câmara aprovou na terça-feira, 23, o texto-base do projeto e está analisando hoje os destaques, pedidos de alteração, à proposta. Concluída essa fase, o projeto seguirá ao Senado. Agora, os motoristas profissionais ficarão enquadrados na regra geral, comum a todos, onde a CNH tem validade de dez anos para quem é menor de 50 anos; validade de cinco anos para quem tem idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos e de três anos para condutores com idade igual ou superior a 70 anos. A proposta cria uma graduação sobre os pontos acumulados por multas, até que haja a suspensão do documento. A obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças, hoje exigida para menores de até sete anos, passou para até dez anos ou 1,45 metro de altura.

Brasil registra 1.185 mortes por Covid-19 em 24h

O Brasil já tem 1.188.631 de casos confirmados de covid-19 e 53.830 mortes pela doença, segundo o Ministério da Saúde. Foram notificadas 42.725 novas infecções em 24 horas. No mesmo período, mais 1.185 mortes foram confirmadas. No dia anterior, foram 1.374 novas vítimas. Após a candidata da Universidade de Oxford, mais uma vacina britânica contra o novo coronavírus começou a ser testada em seres humanos. A medicação foi desenvolvida pelo Imperial College London, universidade do Reino Unido que é referência em medicina e ciência, e entrou na fase de estudo clínico nesta terça-feira (23), com a aplicação nos primeiros voluntários. A vacina está na fase 1 dos testes em humanos, quando se avalia a sua segurança para os pacientes.

Países reabrem para turistas, mas brasileiros ficam de fora
A Organização Mundial do Turismo divulgou que cerca de 48 países começaram a afrouxar as restrições e abrir as portas para o turismo. Destes na Europa, nas Américas, na Ásia, Pacífico e na África. Porém, os brasileiros não estão liberados para visitar esses destinos. Isso porque o Brasil é o novo centro da pandêmia mundial. Essas informações são da Organização Mundial do Turismo (OMT), que divulgou esta semana que 22% dos países (cerca de 48 destinos) começaram a afrouxar as restrições e abrir as portas para o turismo, respeitando as novas leis de segurança e saúde. Destes destinos, 37 são na Europa, 6 nas Américas, 3 na Ásia e Pacífico e 2 na África.

Cem dias sem aula e as dificuldades do setor

A rede estadual de ensino completa nesta quinta-feira (25) cem dias de suspensão das atividades presenciais nas escolas por causa da pandemia de coronavirus. O cenário, na véspera da data, é de professores sobrecarregados, sem conseguir operar direito a plataforma digital da Secretaria Estadual da Educação (Seduc) e tendo que utilizar equipamentos próprios, além de alunos com dificuldade para conseguir vencer o conteúdo de forma adequada. A nova plataforma digital disponibilizada pelo governo do Estado, Google Classroom, apresenta dificuldades que os alunos não estão conseguindo se cadastrar. Os alunos não conseguem validar o e-mail e não conseguem entrar nas salas virtuais. Outro fato, infelizmente comprovado é a situação em que tem alunos e professores sem internet. Tem professor sem celular ou com celulares ruins para as aulas — contudo, as dificuldades não impedem aos professores de buscar outros meios para passar o conteúdo. Utilizam, alguns professores, a plataforma anterior da Seduc e passam conteúdo em grupos de WhatsApp e em páginas criadas no Facebook.

Diante do avanço da pandemia, ainda sem perspectiva de retorno das atividades presenciais, alguns municípios estão se mobilizando para promover meios de levar educação aos estudantes em suas casas – apesar das dificuldades comuns à rede pública. Criação de ambientes virtuais de aprendizado, capacitação de professores e até atendimento individualizado a alunos são algumas dessas ações estratégias que têm sido adotadas pelas prefeituras gaúchas, com maior ou menos sucesso, na tentativa de avançar no ensino em meio ao necessário distanciamento social. Já para quem não tem acesso à internet, a pesquisa apurou que as práticas mais comuns incluem a entrega de conteúdos impressos na própria escola ou, para aqueles com dificuldade em buscá-las, a entrega nas residências. Para aqueles que têm acesso à internet, há disponibilização de conteúdos em sites e plataformas sociais, como YouTube e Facebook. Ocorre, ainda, a utilização de plataformas, como Google Classroom, para videoaulas em tempo real.

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