Presidente da República terá reunião com governadores

O presidente Jair Bolsonaro e os governadores deverão ter reunião, na quinta-feira, às 10h, para discutir o projeto de auxílio a estados e municípios. A proposta foi aprovada no Congresso Nacional e aguarda a sanção do presidente. O governador Eduardo Leite foi convidado na noite desta segunda-feira. O tema tem sido marcado por polêmicas, agravadas pelas discordâncias do presidente com as medidas de isolamento social mantidas pelos administradores estaduais. No Congresso, a discussão recaiu sobre os valores e percentuais a serem repassados a estados. Outro ponto de divergência foi a contrapartida definida pelo Ministério da Economia, que era o congelamento dos salários dos servidores. Porém, na discussão, houve a inclusão de algumas categorias no texto aprovado. O presidente já informou que seguirá a orientação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e vetará o texto, mantendo o congelamento a todos os servidores. A Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul projeta que a primeira parcela será de R$ 486 milhões.

Brasil: terceiro país com o maior número de casos

O Brasil, com um total de 254.220 casos, tornou-se nesta segunda-feira (18) o terceiro país com o maior número de casos confirmados de coronavírus, superando o Reino Unido, que tem quase 250.000 infectados. Nas últimas 24 horas, o país mais afetado pela pandemia na América Latina registrou 13.540 novos casos, segundo dados oficiais, embora o número total, segundo especialistas, possa ser 15 vezes maior, devido à falta de exames. Em apenas 72 horas, o Brasil passou a França, a Itália e a Espanha, saltando do sexto para o terceiro lugar em casos de COVID-19. Os Estados Unidos (1,5 milhão) e a Rússia (290.678) ocupam as primeiras posições. Em número de mortos, o Brasil permanece em sexto lugar, com 16.792 mortes, 674 a mais do que as registradas até domingo no país, que tem mais de 210 milhões de habitantes. À medida que a pandemia avança, o Ministério da Saúde é liderado provisoriamente pelo general Eduardo Pazuello, que substituiu o oncologista Nelson Teich na sexta-feira. Teich deixou o Ministério depois de apenas 28 dias no governo de Jair Bolsonaro, que descreveu a COVID-19 como “gripezinha” e defende o fim das medidas de quarentena, bem como a administração de cloroquina no tratamento da doença.

Mortes no RS crescem 43,8%

Na primeira semana de funcionamento da proposta do Piratini, o Rio Grande do Sul teve um aumento de 43,8% no número de óbitos causados pela Covid-19. Nesta segunda-feira, passada uma semana, o total de casos chegou a 3.750 – um aumento de 33,5%. Já os óbitos chegaram a 151. O avanço se dá, principalmente, no interior do Estado, com destaque para a região Noroeste e, mais especificamente, o município de Passo Fundo. No dia 11, a cidade tinha 18 mortes causadas pela doença. Nesta segunda-feira, dia 18, o número chegou a 24 – um crescimento de 33,3% em sete dias. Estudo realizado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) alerta para o avanço mais rápido da pandemia no interior, onde existem menos estruturas de saúde.

Auxílio emergencial paga hoje 2ª parcela

A primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 começa a ser paga nesta terça-feira (19) para os últimos 8,3 milhões trabalhadores informais aprovados. Para evitar aglomerações nas agências, lotéricas e correspondentes bancários, a Caixa escalonou os pagamentos de acordo com mês de aniversário. Hoje recebem os beneficiários nascidos em janeiro. Eles fazem parte de um grupo de 14 milhões que foram analisados e liberados pela Dataprev na semana passada. A Caixa afirma que quem tem direito, mas não foi aprovado, pode refazer o cadastro para uma nova avaliação. A parcela é de R$ 600, sendo que mães solteiras chefes de família têm direito a duas cotas, totalizando R$ 1.200. Nesta terça-feira também será paga a segunda parcela do auxílio para os beneficiários do Bolsa Família, que têm NIS com final 2. A segunda parcela será paga para quem já recebeu a primeira até o dia 30 de abril.

Eduardo Leite: retorno das aulas só com segurança

Em live transmitida diretamente dos estúdios da TVE, de onde estão sendo preparados os programas Pré-Enem que serão veiculados para todo o Estado a partir da noite desta segunda-feira (18), o governador Eduardo Leite foi taxativo ao afirmar que não determinará a retomada das aulas nas redes pública e privada sem a garantia de segurança sanitária e de saúde da comunidade escolar. Embora ainda não haja uma data estabelecida para o anúncio do calendário de volta às aulas no Estado, Leite disse que não há a possibilidade de “simplesmente não ter aulas” e que é necessário manter o rito de aprendizagem, bem como os alunos conectados ao conhecimento. “A alternativa outra é não ter as aulas e esta é a pior alternativa. Então, vamos procurar todas as alternativas, primando pela segurança do ponto de vista da saúde e não nos resignando a não ter aulas. Não é possível ficarmos satisfeitos em simplesmente não termos as aulas”, destacou.

Pedágios da BR-116 e da BR-392 redução é aguardada há 5 meses no RS

Dona do valor mais caro de pedágio em rodovias gaúchas, a Ecosul aguarda autorização da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) para revisar a tarifa de 2020. Pelo contrato, os novos preços deveriam ter entrado em vigor em 1º de janeiro nas cinco praças instaladas na BR-116 e BR-392, no sul do Estado. O curioso da próxima revisão tarifária é que, em cima do reajuste, o valor precisará sofrer uma redução. Para carros, o desconto será de aproximadamente R$ 0,40 levando-se em consideração o contrato atualizado. A deliberação foi publicada em dezembro, mas até hoje não foi aplicada. A ANTT informa que o processo está em “vias de ser deliberado pela diretoria colegiada”. A agência não explica o motivo da demora e ressalta que, “se houver atraso na deliberação da diretoria, o ganho ou perda de receita da concessionária será reequilibrado na próxima revisão”.

COVID 19: China anuncia remédio que dispensa vacina

Pesquisadores chineses dizem ter desenvolvido um tratame”Somos especialistas em sequenciamento de células únicas, não imunologistas, ou virologistas. Quando constatamos que nossa abordagem nos permitiu encontrar um anticorpo que neutraliza (o vírus), ficamos muito felizes”, comentou o professor Xie. Segundo ele, o tratamento pode estar disponível antes do final do ano, a tempo de uma nova ofensiva de inverno contra a COVID-19. Surgida na China no final do ano passado, a doença já contaminou 4,5 milhões de pessoas em todo mundo e deixou 316.000 mortos.nto capaz de interromper a pandemia da COVID-19, enquanto uma centena de laboratórios em todo mundo compete para produzir uma vacina contra o novo coronavírus. Um medicamento em fase de testes na prestigiada Universidade de Pequim (“Beida”) permitiria não apenas acelerar a cura dos doentes, mas também imunizar temporariamente contra a COVID-19. Um estudo sobre esta pesquisa, publicado no domingo na revista especializada “Cell”, considerou que é um “remédio” potencial contra a doença e apontou que permite acelerar a cura.

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