Manchas de petróleo no litoral passam de mil.

O óleo continua atingindo o litoral brasileiro e, nos últimos dias, alcançou a milésima localidade, o município de Pacatuba, no Sergipe. O petróleo que ainda mancha as praias chega em pedaços menores e esparsos, quando comparado às grandes manchas que se acumulavam principalmente no litoral nordestino no segundo semestre de 2019. Segundo informações do Ibama, 1.004 localidades no Nordeste e Sudeste brasileiros foram atingidas, desde 30 de agosto de 2019. No momento,434 locais apresentam vestígios esparsos de óleo.

Morre Ibsen Pinheiro

O ex-deputado federal Ibsen Pinheiro morreu na noite desta sexta-feira (24), aos 84 anos. Ele realizava um tratamento de saúde no hospital Dom Vicente Scherer, na Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, quando teve uma parada cardiorrespiratória. Ibsen morreu por volta das 21h. De acordo com a assessoria do MDB do Rio Grande do Sul, o velório do ex-deputado ocorrerá das 9h às 16h deste sábado (25) na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

Tumulto X Sossego?

Quem abusar do som alto nas praias gaúchas pode acabar tendo o seu equipamento apreendido — é o que diz uma nota técnica divulgada nesta sexta-feira (24) pelo Ministério Público Estadual. O documento foi redigido para servir de orientação às polícias e promotorias do Litoral. Na Serra, as ofertas de turismo em propriedades rurais crescem como um contraponto às metrópoles e também ao litoral cada vez mais agitado. É como se fosse um retorno à vocação original, uma vez que, antes de ser destino procurado para desfrutar do charme do inverno, a região era recomendada pelos médicos para o veraneio, pela qualidade do ar aliada à beleza das paisagens. Em comum entre as diversas ofertas turísticas em fazendas, camping, vinícolas e hotéis está a preocupação com a sustentabilidade e a não maximização do lucro. É oferecer bem-estar, mas desde que se possa estar bem com isso.

Lembrando a tragédia de Brumadinho

Hoje dia 25 de janeiro ficou marcado quando, em 2019 acontece o rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, Minas Gerais, que deixou 270 mortos e 11 desaparecidos. A tragédia resultou em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil. A barragem de rejeitos, cuja designação oficial era barragem da Mina do Feijão, classificada como de “baixo risco” e “alto potencial de danos”, era controlada pela Vale S.A. e estava localizada no ribeirão Ferro-Carvão, na região de Córrego do Feijão, no município de Brumadinho, a 65 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O rompimento resultou em um desastre de grandes proporções, considerado como um desastre industrial, humanitário e ambiental.

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